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Aparelho digestivo

O aparelho digestivo, digesto ou digestório ou ainda sistema digestório é o sistema que, nos humanos, é responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução, locomoção, etc. É composto por um conjunto de órgãos que têm por função a realização da digestão. Sua extensão desde a boca até o ânus é de 6 a 9 metros em um ser humano adulto. Realizamos os exames de endoscopia digestiva alta e colonoscopia.

Orientações Gerais para exames

  • Chegar com 15 minutos de antecedência
  • Trazer os exames anteriores
  • Trazer o pedido de exame(s)
  • Trazer a carteirinha do convênio
  • Apresentar Carteira de identidade

Exames Efetuados

Colonoscopia

Preparo do exame
Q:Quais são as indicações?

A colonoscopia é geralmente indicada nas seguintes circunstâncias:

    • Acompanhamento de uma anormalidade no enema opaco ou outro estudo de imagem como o ultrassom abdominal e a tomografia computadorizada.
    • Acompanhamento de sangramento gastrintestinal inexplicável.
      1. Enterorragia ou hematoquezia (sangramento anorretal vivo)
      2. Melena (sangramento anorretal escuro.
Presença de sangue oculto positivo nas fezes
  • Anemia ferropriva de causa desconhecida
  • Rastreamento e monitoramento para neoplasia do cólon
    1. Rastreamento para pacientes assintomáticos com idade de risco para neoplasia colônica.
    2. Exame para acompanhar todo o cólon para câncer sincrônico ou pólipos neoplásicos em um paciente com câncer ou pólipo neoplásico tratável.
    3. Colonoscopia para remover lesões neoplásicas sincrônicas no ou próximo ao tempo da ressecção curativa do câncer colorretal.
    4. Seguimento adequado para pesquisa de pólipo neoplásico ou câncer precoce após a cirurgia curativa do câncer.
    5. Seguimento adequado para pesquisa de pólipo neoplásico ou câncer precoce em parentes de primeiro grau de pacientes com câncer.
    6. Pacientes com história familiar sugestiva de câncer colorretal hereditário (HNPCC ou Síndrome de Lynch).
    7. Seguimento adequado para pesquisa de pólipo neoplásico ou câncer precoce após a polipectomia colorretal.
    8. Em pacientes com Retocolite Ulcerativa ou Doença de Crohn de oito ou mais anos de duração, colonoscopia de um a dois anos com biópsias seriadas.
    • Doença inflamatória intestinal crônica, quando o diagnóstico mais preciso ou a determinação da extensão da atividade da doença influenciar no tratamento
    • Diarréia clinicamente significativa de origem desconhecida.
    • Identificação pré-operatória ou intraoperatória de lesão não aparente na cirurgia (local de pólipo, câncer e sangramento).
    • Tratamento de sangramento de lesões como má-formação vascular, ulceração, neoplasia e sítio de polipectomia (eletrocoagulação, laser, entre outros).
    • Retirada de corpo estranho.
    • Ressecção de pólipo colônico.
    • Descompressão pré-operatória e tratamento paliativo para o câncer colorretal.
    • Descompressão de megacólon não tóxico agudo ou volvo de sigmoide.
    • Dilatação em estenose da Doença de Crohn e nas estenoses de anastomoses.
      • A colonoscopia pode ser indicada nas seguintes circunstâncias:
        • Síndrome do intestino irritável ou dor abdominal quando estável ou crônica.
        • Diarréia aguda.
        • Adenocarcinoma metastático de sítio primário desconhecido.
        • Seguimento de rotina de doença inflamatória intestinal.
        • Sangramento do trato gastrointestinal alto ou melena de origem conhecida.

Q:Como saber que risco se tem para o desenvolvimento do câncer do intestino grosso?

BAIXO RISCO A- Idade igual ou superior aos 50 anos. Colonoscopia aos 50 anos. Se normal repetir em 5 a 10 anos. MÉDIO RISCO A- Mulheres com câncer de mama, ovário ou útero. B- Parentes de 1o grau de pacientes com pólipo (adenoma) ou câncer de intestino diagnosticado com mais de 60 anos. Colonoscopia aos 40 anos. Se normal repetir em 5 a 10 anos. ALTO RISCO A- Parentes de 1o grau de pacientes com pólipo (adenoma) ou câncer intestinal diagnosticado com menos de 60 anos. Colonoscopia aos 40 anos. Se normal repetir em 3 a 5 anos. B- Portadores de pólipo (adenoma) no intestino. Colonoscopia, repetir entre 6 meses e 5 anos. C- Portadores de câncer no intestino. Colonoscopia, repetir entre 1 e 2 anos. D- Portadores da Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa. Colonoscopia anual após 7 a 10 anos de diagnóstico.

Q:Quais são as contra-indicações da colonoscopia?

Absolutas 1. Não consentimento do paciente 2. Suspeita de perfuração intestinal 3. Peritonites 4. Megacolon tóxico Relativas 1. Doenças cardiorrespiratórias 2. Coagulopatias ou uso de anticoagulantes 3. Doença inflamatória orificial Gravidez 4. Aneurisma abdominal grande 5. Esplenomegalia 6. Diverticulite aguda

Q:Quais exames são necessários para a realização da colonoscopia?

Todos os pacientes deverão realizar o hemograma completo e o coagulograma (avalia o risco de sangramento) antes do exame. Outros exames dependerão das doenças existentes e da indicação do exame. Poderá ser necessária a realização do risco clínico.

Q:Qual é o preparo necessário para a realização da colonoscopia?

Durante o procedimento endoscópico, o cólon precisa estar completamente limpo, isto é, sem fezes e resíduos alimentares. Partículas de fezes ou de alimentos interferem na visualização adequada e na segurança do exame. Você receberá, junto com o preparo, o termo de consentimento para a realização da colonoscopia com todas as orientações em relação a realização do exame diagnóstico e dos procedimentos terapêuticos que poderão acontecer durante o procedimento.

Q:Como proceder com as medicações de uso crônico?

        1. Trazer todos os exames recentes, em especial o hemograma completo e o coagulograma.
        2. Se diabético, não tomar a insulina ou o remédio (hipoglicemiante oral) no dia do exame.
        3. Tomar todos os remédios de uso crônico no dia do exame, inclusive os para hipertensão arterial.
        4. Se tomar o AAS ou similar, pergunte ao médico assistente (clínico ou cardiologista) se pode parar de usá-lo 5 dias antes do exame e no caso da retirada de pólipos ficará mais 15 dias sem tomá-lo. Não é obrigatório.
        5. Se tomar a ticlopidina (Ticlid) ou o clopidogrel (plavix), pergunte ao médico assistente (clínico ou cardiologista) se pode parar de usá-lo 7 dias antes do exame e no caso da retirada de pólipos ficará mais 15 dias sem tomá-lo.
        6. Caso use o Marevan ou similar, pergunte ao médico assistente (clínico ou cardiologista) se pode parar de usá-lo 6 dias antes do exame e no caso da retirada de pólipos ficará mais 15 dias sem tomá-lo. Fazer o RNI no 5º dia e se menor de 1,5 está OK.

Q:É necessária a internação?

A colonoscopia é realizada em regime ambulatorial, isto é, não há necessidade de internação. Raramente, pode haver necessidade da internação. Você fará todo o preparo em casa e chegará com antecedência de 15 a 30 minutos. Respeitará o jejum para líquidos de 2 horas. Maiores detalhes no preparo para a colonoscopia.

Q:Vou sentir dor durante o exame?

Você realizará um exame seguro e confiável, para tanto, serão administradas medicações analgésicas através da veia antes do inicio do exame. O objetivo é diminuir a ansiedade e o desconforto, facilitando a realização do exame, sendo importante que o paciente mantenha a resposta ao comando verbal para auxiliar a realização do exame. Utiliza-se a associação de medicamentos com tempo de ação curto e maior efeito amnésico. A oxigenoterapia é rotineiramente utilizada para diminuir o risco de hipoxemia.

Q:Posso ir desacompanhado?

Não é recomendável. Os medicamentos utilizados durante a colonoscopia provocam uma diminuição de seus reflexos de atenção por algumas horas. Assim, você não deverá sair sozinho e, principalmente, não deverá dirigir qualquer tipo de veículo. Caso não tenha acompanhante, você ficará um tempo maior na recuperação e obrigatoriamente irá para casa de táxi.

Q:Quais são os principais procedimentos terapêuticos?

Q:Esses procedimentos são perigosos?

Você realizará a colonoscopia apenas para diagnóstico. Neste caso a incidência de complicações é muito baixa, variando, de acordo com a literatura, de 0,05% a 0,3%. A mais frequente é a perfuração do intestino. A retirada dos pólipos com mais de 10 mm (cirurgia) durante a colonoscopia aumenta a risco de complicações para até 3%, sendo a mais frequente a hemorragia mesmo após a cauterização e pode acontecer até 15 dias após o ato cirúrgico. Manifestada pela saída de sangue vivo ou coagulado pelo ânus misturado ou não às fezes. A hemorragia que ocorre imediatamente após o ato cirúrgico pode ser controlada durante a cirurgia, mas mesmo assim pode sangrar novamente. A Clínica Arapiara não funciona como pronto atendimento e não atende urgências e emergências, portanto as complicações hemorrágicas ou perfurativas tardias que ocorrem horas a dias após a cirurgia terão que ser atendidas inicialmente nos prontos atendimentos conveniados ou públicos próximos a sua residência.

Q:Quais as recomendações a seguir após a colonoscopia?

Biópsia: coleta de material para análise pelo médico patologista.

  1. Caso o material coletado em frasco com formol tenha ficado na Clínica, um segundo laudo estará a sua disposição em 5 a 8 dias úteis. Para saber se o resultado está disponível ligue para 2122-3310/3311.
  2. Caso o material coletado em frasco com formol esteja em seu poder você o entregará ao laboratório de sua escolha ou no existente dentro da Clínica Arapiara, mas tenha o cuidado de verificar quando o seu resultado estará disponível. Os frascos poderão ser guardados por tempo indeterminado. Coloque este resultado junto com o laudo entregue no dia do exame para entregar ambos ao seu médico



Orientações após a colonoscopia.

  1. O Sr(a). foi submetido(a) a colonoscopia sob analgesia venosa sem contratempos.
  2. Pode alimentar após alta do setor de colonoscopia, mas dê preferência a alimentos de fácil digestão
  3. Procure ficar em casa de repouso até o dia seguinte ao exame evitando esforços e atividades que exijam concentração ou perigosas. Exemplo: costurar em máquinas e cortar com serras ou facas
  4. Não dirigir até o dia seguinte ao exame. Não quebre esta regra em hipótese nenhuma.
  5. Não tome nenhuma decisão importante até o dia seguinte ao exame.
  6. Não use bebidas alcoólicas até o dia seguinte ao exame.
  7. Mulheres amamentando devem solicitar orientação apropriada e específica


Você poderá sentir após o exame

  1. Sonolência: em função dos efeitos da medicação para a realização da colonoscopia. Apenas descanse.
  2. Cólica abdominal: devido à injeção de ar durante o exame e melhoram à medida que forem eliminados. Pode tomar 60 gotas de Simeticona e repetir a cada 6 horas e se necessário tome também um comprimido de Buscopan Composto® e pode repetir a cada 6 horas (proibido para alérgicos a dipirona).
  3. Náuseas e vômitos: poderão ocorrer em função dos efeitos da medicação para a realização da colonoscopia. Fique em repouso por mais tempo. Pode tomar um comprimido de Plasil® ou Dramin®.
  4. Queimação temporária na veia onde foi injetada a medicação (flebite química)
  5. Dor abdominal forte ou sangramento intestinal não são comuns e deverão ser notificados.

Siga todas as outras orientações que por ventura sejam entregues após alguns exames terapêuticos.

Você poderá sentir após o exame

  • Sonolência: em função dos efeitos da medicação para a realização da colonoscopia. Apenas descanse.
  • Cólica abdominal: devido à injeção de ar durante o exame e melhoram à medida que forem eliminados. Pode tomar 60 gotas de Simeticona e repetir a cada 6 horas e se necessário tome também um comprimido de Buscopan Composto® e pode repetir a cada 6 horas (proibido para alérgicos a dipirona).
  • Náuseas e vômitos: poderão ocorrer em função dos efeitos da medicação para a realização da colonoscopia. Fique em repouso por mais tempo. Pode tomar um comprimido de Plasil® ou Dramin®.
  • Queimação temporária na veia onde foi injetada a medicação (flebite química)
  • Dor abdominal forte ou sangramento intestinal não são comuns e deverão ser notificados.
  • Siga todas as outras orientações que por ventura sejam entregues após alguns exames terapêuticos.

    Q:Quais são as complicações?

    Felizmente são raras e variam de 0,05 a 0,5 % na diagnóstica e de 1 a 3 % na terapêutica. São mais frequentes nos pacientes com cirurgia pélvica prévia, doença diverticular, doenças inflamatórias severas e quando terapêuticas. As mais frequentes: hemorragia (normalmente relacionadas á polipectomia) e a perfuração (é a de maior gravidade e pode ser de tratamento pela própria colonoscopia ou cirúrgico). Outras: distensão abdominal, bacteremia, torção de sigmóide, rupturas de aneurisma abdominais, trauma esplênico e outras. Em decorrência do preparo do intestino pode ocorrer desidratação com hipovolemia e ainda as decorrentes da analgesia como os distúrbios cárdio-respiratórios.

    Endoscopia

    Preparo do exame
    A Endoscopia Digestiva Alta ( também conhecida por Esofagogastroduodenoscopia, EDA, EGD ou Panendoscopia ) é o procedimento que permite ao médico examinar o revestimento interno do trato gastrointestinal alto, isto é, o revestimento interno do esôfago, do estômago e do duodeno; utilizando um tubo fino flexível que apresenta um sistema de visão ou processamento de imagens, e fonte de luz próprios.
    Q:Porquê a Endoscopia Digestiva Alta é realizada ?

    A Endoscopia Digestiva Alta é geralmente realizada para avaliar sintomas persistentes de dor abdominal alta, náuseas, vômitos ou dificuldade de deglutir. É também o melhor exame para o diagnóstico da causa do sangramento oriundo do trato gastrointestinal alto. Apresenta maior precisão que os métodos radiológicos convencionais na detecção de inflamações, úlceras ou tumores do esôfago, estômago e duodeno. A Endoscopia Alta pode detectar um câncer precoce perfeitamente curável, e pode distinguir as condições benignas das malignas, quando obtemos biópsias (pequenas amostras do tecido que reveste os órgãos) de áreas suspeitas ou duvidosas. No entanto, as biopsias são feitas por muitas razões, e necessariamente não implicam na suspeita de câncer. Um teste de citologia ( introdução de uma pequena escova para coleta de células) pode também ser realizado. Este procedimento também pode ser usado para o tratamento de diversas condições presentes no trato gastrointestinal alto. Uma grande variedade de instrumentos pode ser passada através do endoscópio, permitindo o tratamento direto de várias anormalidades com pequeno ou nenhum desconforto, como por exemplo, a dilatação de áreas estreitadas, a remoção de pólipos (usualmente tumores benignos) ou objetos estranhos deglutidos, o tratamento definitivo do câncer precoce do estômago, esôfago ou duodeno , alguns tipos de tratamento paliativo para as lesões avançadas e o tratamento do sangramento gastrointestinal alto. O controle endoscópico efetivo e seguro do sangramento tem reduzido a necessidade de transfusões e cirurgias em muitos pacientes.

    Q:O que acontece após o exame?

    Após a Endoscopia Digestiva Alta o paciente permanece sob observação médica até que o efeito da medicação cesse. A garganta poderá ficar anestesiada (com a sensação de estar engrossada) por alguns minutos mais. O paciente poderá apresentar a sensação de um pouco de distenção do estômago devido ao ar introduzido que restou após o exame. A alimentação poderá ser reiniciada assim que os efeitos da anestesia da garganta cessarem, a não ser que o paciente seja instruído com outras orientações. Na maioria das vezes o endoscopista poderá entregar ao paciente o resultado do exame no mesmo dia ou no dia subseqüente ao exame. No entanto, o resultado das biopsias ou citologias realizadas levará alguns dias para ser entregue.

    Q:Quais são as complicações possíveis da Endoscopia Digestiva Alta?

    Endoscopia é um procedimento seguro. As complicações podem ocorrer, mas são raras quando o exame é realizado por um profissional especializado e experiente. Um sangramento poderá ocorrer de uma área biopsiada ou de onde um pólipo foi retirado. Usualmente é mínimo e raramente requer transfusão sangüínea ou cirurgia. Uma irritação da veia onde foi injetada a medicação raramente causará uma enduração por algumas semanas. A aplicação de calor local aliviará o desconforto. Outros riscos potenciais incluem uma reação aos medicamentos usados e complicações de doenças cardíacas e pulmonares pré existentes. Complicações maiores, como perfurações de órgãos, são muito incomuns. É importante que o paciente reconheça os sinais precoces de qualquer complicação. Caso ocorra febre após o exame, dificuldade para deglutição que não havia anteriormente, dor no tórax, abdômen, ou na garganta com aumento gradual, o paciente deverá entrar em contato com o médico responsável e informar as alterações prontamente.

    Considerações finais:

    A informação do paciente é muito importante para a compreensão adequada dos cuidados e procedimentos médicos, como também para o estabelecimento de uma boa relação médico-paciente. Se o paciente apresenta dúvidas e questões não respondidas acima, ele deve discuti-las com o endoscopista ou seu médico antes do inicio do exame.